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sábado, 22 de dezembro de 2012

Viciado em Heroína e Cocaína 21 anos injectei até não conseguir mais encontar uma veia ,.Se eu consegui vencer as ruas do Casal Ventoso, tu também consegues


Se eu consegui tu também consegues...

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O tratamento da dependência pode parecer a tarefa mais difícil e mais solitária do mundo. 
Leva-nos a um penhasco íngreme, e não há escolhas fáceis.
 Muitos de nós estamos nesta luta .
O caminho para a sobriedade é diferente para todos nós.


    • 1
      Tome uma avaliação de sua vida. O primeiro passo para recuperar a sua vida é admitir que você tem um problema.
    • 2
      Obter o vício de sua vida. Remova qualquer das substâncias viciantes de seu ambiente. 
    • 4
      Deixe amigos e familiares saberem da sua decisão. 
    • 5
      Comprometer-se a mudar. O vício não é derrotado durante a noite. O tratamento leva tempo para ser eficaz.
    • 6
      Encontrar e resolver a causa do vício. Vícios começam como formas de lidar com problemas e podem funcionar muito bem no início. Você tem que aprender habilidades de vida novas para substituir as habilidades que você aprendeu como um viciado.
    • 7
      As recaídas acontecem. Cair, todos caiem , não entre em paranóia com isso não é o fim do mundo ... tente novamente.
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  • A toxicodependência é um problema grave que pode resultar em consequências de longo prazo que incluem distúrbios de relacionamento, problemas com amigos e familiares, deterioração da saúde física e mental, de emprego, problemas financeiros, e antecedentes criminais. 

  • A Recuperação de drogas não é um processo fácil e, para terminar, terá o apoio de uma equipe positiva. Os Usuários de drogas devem primeiro entender que tomar a iniciativa de admitir o abuso de drogas acabará por ser a primeira etapa de recuperação e resolução de um vício em drogas.





quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

O recrutamento de médicos para a área da toxicodependência é cada vez mais difícil


                   

  O recrutamento de médicos para a

 área da toxicodependência é cada

 vez mais difícil



ENTREVISTA/JOÃO GOULÃO

Falta de médicos para toxicodependentes pode resolver-se com integração de serviços das Administracões Regionais de Saude 

                                                        
O recrutamento de médicos para a área da 
toxicodependência é cada vez mais difícil,
 situação que poderá resolver-se com a 
integração das equipas do instituto da droga
 nas administrações regionais de saúde, que
 deverá ficar concluída no final do ano.

João Goulão, admite que a área da 
O presidente do Instutito da Droga e da Toxicodependência (IDT), que está a transformar-se em Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e Dependências (SICAD).


prevenção e tratamento da 

toxicodependência é "reconhecidamente

 difícil" e que há mesmo zonas do país em 

que as equipas de intervenção não 

conseguem ter a participação de médicos.




 O  SICAD veio substituir o extinto IDT no que respeita à prevenção e promoção de comportamentos, enquanto a parte terapêutica passou para as ARS.
João Goulão afirma que a transição dos serviços do IDT para as ARS está atrasada, mas mostra-se convicto de que estará concluída no fim do ano.
"As equipas ainda estão com o IDT, mas temos intensificado os contactos com as ARS sobre várias questões operacionais. Ainda estamos em período de transição. Penso que este processo vai consumar-se no final do ano", adiantou.
O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Leal da Costa, tinha previsto que em outubro estivesse praticamente concluída a transição dos serviços terapêuticos para as ARS.


Por Lusa, publicado por Luís Manuel Cabral
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2878191&page=-1



Médico do Instituto da Droga demite-se em protesto  
 
Tratamento de toxicodependentes passa para administrações regionais de Saúde. Médico demitiu-se contra "falência" das equipas e "demolição" de uma instituição ágil  
 
Médico demite-se em protesto contra mudanças no Instituto da Droga  
 
A partir de 31 de Dezembro, tratamento dos utentes passará para a responsabilidade das administrações regionais de Saúde. Mudança acontece numa altura em que crise faz aumentar consumo de heroína  
 

Sabe mais em :


http://www.mynetpress.com/mailsystem/noticia.asp?ref4=4%23k&ID=%7BD250DC98-BBD5-47F0-B0EB-EFE4CBB505E3%7D



domingo, 16 de dezembro de 2012

ALERTA....ALERTA...A Crise, o desemprego e a Depressão está a fazer recair quem está em recuperação de Drogas e Álcool - Noticia Dezembro 2012 - Vigia-te para que não fiques pior do que já estás...Está na tua mão.




Crise está a

 fazer disparar

 recaídas com 

álcool e droga




Ex-consumidores correm maiores 
riscos de recair em fases complicadas


Um homem do Norte e outro do Centro do País têm em comum meses ou anos de abstinência de álcool. 

Batalhas vencidas há meses e que agora caem por terra perante as dificuldades económicas ou a falta de pagamento pelo trabalho prestado.

 A conjuntura de crise está a levar mais portugueses a pedirem ajuda nos centros de tratamento de álcool e droga, a maior parte dos quais por recaída. 

A procura já subiu em 2009, com dez mil novos doentes a serem tratados na rede do Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT). Um cenário que se agrava este ano porque há mais acesso a tratamento mas também devido à crise económica.


Não há dados sobre as causas dos pedidos de ajuda que suportem a tese. "É algo que se sente empiricamente, sobretudo no álcool", diz o presidente do IDT João Goulão. "Mais do que de casos de pessoas que vêm cá pela primeira vez, estamos a falar de recaídas que se devem ao stress e à pressão. São doentes que estavam bem!", alerta Ana Feijão, directora da Unidade de Alcoologia de Coimbra.

A especialista conta um caso recente que terminou da pior forma possível: "Um doente nosso suicidou-se porque não aguentou a pressão. Tinha um negócio e havia muitas pessoas a dever-lhe dinheiro. Há muitos casos de trabalhadores de oficinas, pequenas empreitadas de construção civil, entre outros, que não recebem e ficam em dificuldades", conta.

Caso semelhante foi relatado por Laura Lessa, da Unidade de Alcoologia do Norte. "Há dois meses suicidou-se um doente que estava abstinente. O problema é o álcool ser uma substância lícita e de acesso fácil. As pessoas sabem que mata rapidamente e recorrem a ela para terem coragem para se matar. É terrível."

Em momentos difíceis como este "é normal sermos mais procurados. Além da falta de dinheiro, houve cortes em medicamentos como os antidepressivos. Cortes que aumentam a procura". Ultimamente, acrescenta, "a procura está sempre a crescer , não só devido à crise mas também na sequência de casos de violência doméstica", afirma Laura Lessa.

João Goulão destaca os

 indicadores positivos 

na área do álcool e da 

droga. 


"Há diminuição de consumo e experimentação e aumento do acesso a tratamento. Mas temos criadas as condições a nível social que fazem recear o recrudescimento do problema, que é a crise, o desemprego, as condições económicas. Há aumento de recurso a psicofármacos e álcool nestas fases. Pode haver também em relação a substância ilícitas."


Nada que Portugal já não tenha vivido noutras situações 

de crise. 


"Em situações de desespero por desemprego, as pessoas têm tentação de se meter em actividades ilícitas relacionadas com o tráfico."


Manuel Cardoso, vice-presidente do IDT, refere que o 

aumento dos preços e a crise não levam mais pessoas a

 beber ou a consumir droga. 

"Mas há pessoas que não tendo dinheiro para bens essenciais não vão deixar de consumir ou vão ter recaídas. Se a vida for estável, elas conseguem manter-se, de outra forma lembram-se mais das drogas e podem recair."


Nuno Murcho, do Centro de Respostas Integradas do

 Algarve, diz que ainda não se nota a procura

"Penso que se irá notar quando os trabalhadores sazonais se virem confrontados com o desemprego, o que não quer dizer que já não haja doentes a descompensar."



Uma psicóloga de um centro do Norte lembra que há 

mais procura desde que o álcool começou a ser tratado 

em mais centros. Mesmo assim, reconhece a subida do 

consumo nos últimos dois anos. 

"Chaves ou Vila Real, por exemplo, são problemáticas. Muitas pessoas vão perder o subsídio de reinserção e outros apoios. Havendo problemas de ordem familiar ou profissional há tendência de beber para esquecer e agravar abusos."

in: http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1700671&page=-1