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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

A continuação dos Serviços de Metadona em Portugal em risco de continuar?


Noticia Publicada no :

O Site de Política de Drogas do húngaro Civil Liberties Union

Este texto foi retirado do site acima, 

link em baixo com acesso directo para esta noticia 

http://drogriporter.hu/en/node/2111



A continuação dos Serviços de Metadona em  Portugal estão em perigo?





Projectos de redução de danos estão se 

preparando para a possibilidade de ter que fechar por 

causa da incerteza sobre o futuro

Portugal está cada vez a sofrer mais...
por causa das medidas de austeridade aplicadas a todos os serviços prestados pelo Estado.


 A protecção social está a ser  reduzida em toda a linha, afectando populações vulneráveis, como os usuários de drogas a mais.


 Cortes no apoio para aqueles que não têm qualquer tipo de renda, e as modificações nos critérios de apoio, estão deixando os usuários de drogas socialmente excluídos em uma situação crítica. 


Em um cenário de recursos escassos, o estigma e o preconceito tende a tornar-se mais acentuados.

E a influenciar formatos de protecção social, criando uma distinção entre os "merecedores" e "indignos".

 Os Usuários de drogas estão sendo claramente incluídos no segundo grupo.

Com intervenções especialmente dirigida a estes estão sendo financeiramente asfixiados, e a incerteza sobre o futuro do tratamento e serviços de redução de danos é uma realidade, mesmo aqueles que estão em execução programas de metadona. 


O financiamento do Governo é agora regularmente tardio , os trabalhadores não recebem os seus salários em dia, e recursos materiais para ajudar os pacientes adequadamente são quase inexistentes. 

Ao mesmo tempo, o investimento extra está sendo feito em forças policiais, e isso  faz temer que um modelo de segurança para enfrentar a marginalidade está sendo implementado. 

Após vários anos de uma política consistente, que colocou Portugal no centro do debate internacional sobre políticas de drogas, por causa de sua perspectiva de uso de drogas como um problema de saúde e não uma obrigação legal ou de segurança social, mudanças recentes podem alterar os princípios estruturais dessa abordagem . 


Estudos sobre este assunto seriam muito úteis, a fim de compreender mais profundamente as consequências deste tipo de mudança nas políticas abrangentes que provaram a sua eficácia. 

A continuação dos Serviços de Metadona em  Portugal poderá estar em risco?




O Administrador do Blogue Miguel Monteiro diz:

- Às vezes quando vou buscar a metadona alguns nós comentamos entre nós o perigo que seria se este programa falha-se, como iríamos lidar com tal acontecimento?


As reacções dos toxicodependentes na sua grande maioria para pena minha não são de superar a adversidade desse possível flagelo .

Uma coisa é certa seria penoso seria muito penoso fisicamente para quem toma metadona ficar sem esta, até porque o efeito da abstinência é pior do que a "ressaca" da heroína, e se esta ultima já nos assustava então a falta da metadona seria devastador.


E as reacções são: 

(- eu teria que roubar para não ressacar).


Ou seja, iria ser muito, mas muito complicado a sociedade lidar com milhares de toxicodependentes no activo a ressacar de metadona." 


Como já mencionei em outros vários artigos é, que para que isso não aconteça tem que existir um controlo das tomas de metadona, e dar ênfase a quem realmente está empenhado no tratamento e não anda a brincar com o dinheiro dos contribuintes.



Uma coisa que eu quero fazer, sinto que devo o fazer é criar uma associação de Portugueses no programa de Metadona, porque existem todo o tipo de associações para as mais diversas doenças, mas para pessoas doentes toxicodependentes que fazem tratamento com metadona não existe. 

A dificuldade que pessoalmente como criador deste blogue é conhecer pessoas que façam o tratamento como eu que estejam empenhadas em o fazer, e que sejam membros da sociedade com vontade de ajudar-se a si próprios assim como ao próximo.

Neste sentido fica feito este convite para quem tenha interesse em criar esta associação comigo para nossa protecção.

O que é uma Associação: Associação é uma organização resultante da reunião legal entre duas ou mais pessoas , com ou sem personalidade jurídica , para a realização de um objectivo comum.

Direito internacional
Declaração Universal dos Direitos do Homem, aprovada em 10 de Dezembro de 1948 estipula na alínea 1 do Artigo 20 que "Toda a pessoa tem direito à liberdade de reunião e de associação pacíficas.".
Convenção Europeia dos Direitos do Homem, aprovada para ratificação, pela Lei nº 65/78, de 13 de Outubro, convenciona que "1. Qualquer pessoa tem direito à liberdade de reunião pacífica e à liberdade de associação, incluindo o direito de, com outrem, fundar e filiar-se em sindicatos para a defesa dos seus interesses." e ainda que "2. O exercício deste direito só pode ser objecto de restrições que, sendo previstas na lei, constituírem disposições necessárias, numa sociedade democrática, para a segurança nacional, a segurança pública, a defesa da ordem e a prevenção do crime, a protecção da saúde ou da moral, ou a protecção dos direitos e das liberdades de terceiros."
Direito português
Constituição da República Portuguesa, aprovada em 2 de Abril de 1976, na redacção que lhe foi dada pelas Leis Constitucionais n.º 1/82, de 30 de Setembro, n.º 1/89, de 8 de Julho. N.º 1/92, de 25 de Novembro, n.º 1/97, de 20 de Setembro e n.º 1/2000, de 20 de Novembro e 1/2004 de 24 de Julho, constitui no seu artigo 46º que "1. Os cidadãos têm o direito de, livremente e sem dependência de qualquer autorização, constituir associações, desde que estas não se destinem a promover a violência e os respectivos fins não sejam contrários à lei penal."; "2. As associações prosseguem livremente os seus fins sem interferência das autoridades públicas e não podem ser dissolvidas pelo Estado ou suspensas as suas actividades senão nos casos previstos na lei e mediante decisão judicial."; "3. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação nem coagido por qualquer meio a permanecer nela." e "4. Não são consentidas associações armadas nem de tipo militar, militarizadas ou paramilitares, nem organizações racistas ou que perfilhem a ideologia fascista"
O Artigo 51.º da aludida constituição completa, em especial no que concerne aos partidos políticos, que "1. A liberdade de associação compreende o direito de constituir ou participar em associações e partidos políticos e de através deles concorrer democraticamente para a formação da vontade popular e a organização do poder político."
Dá ainda destaque na alinea 3. do artigo 60º, aos direitos dos consumidores, em que constitui que "As associações de consumidores e as cooperativas de consumo têm direito, nos termos da lei, ao apoio do Estado e a ser ouvidas sobre as questões que digam respeito à defesa dos consumidores, sendo-lhes reconhecida legitimidade processual para defesa dos seus associados ou de interesses colectivos ou difusos."
O Código Civil Português (CCP), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 47334 de 25 de novembro de 1996, protege igualmente a criação de associações.


RUSSIA e UCRANIA CONTRA METADONA -POLICIA TORTURA TOXICODEPENDENTES

video
Assista e saiba mais ! 


Conferência Internacional de Aids (IAC) , uma das maiores conferências do mundo, será realizado em Viena, em Julho deste ano.

 O lema da conferência "Direitos aqui, direitos agora", destaca o consenso profissional e política sobre a importância fundamental dos direitos humanos na luta contra a epidemia. 

No entanto, nem todas as partes do país esta posição, como pudemos testemunhar a CND em Março deste ano

. O delegado da Federação Russa, juntamente com o Irão e o Paquistão, fez uma declaração contra uma resolução sobre o acesso universal à prevenção e ao respeito dos direitos humanos. 

A luta contra a Aids é "não ligada aos direitos humanos ", disse o delegado distinto da Rússia, acrescentando também que" não estamos no Conselho de Direitos Humanos aqui.
Estamos na Comissão de Entorpecentes. Nós estamos olhando para a não-proliferação de AIDS a partir de nossa perspectiva . "

Esta afirmação é particularmente irritante depois de apenas UNODC lançou um inovador relatório sobre a importância dos direitos humanos no contexto das políticas de controle de drogas.

Kiev, Ucrânia, 10/9/2012


– Apesar das promessas dos governos da Europa oriental e da Ásia central de lutar contra a SIDA, a epidemia cresce mais rápido nesta ampla região do que no resto do mundo. 

As políticas antidrogas, a discriminação e as dificuldades de acesso aos medicamentos e às terapias são os principais fatores da propagação do vírus HIV (causador da SIDA). 

O vírus não poderá ser contido, a menos que os governos mudem sua estratégia, afirmam especialistas.

“Na maioria dos países pós-soviéticos, onde o HIV continua concentrado nos viciados em drogas, as políticas punitivas e a discriminação continuam paralisando a resposta à aids”, disse à IPS o diretor do Programa Internacional de Desenvolvimento para a Redução de Danos da Open Society Foundations, Daniel Wolfe. 

Os números mostram um cenário cinzento. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), enquanto as taxas de infecção por HIV caem em todo o mundo, elas crescem na região definida por órgãos internacionais com Europa oriental e Ásia central (EECA).

A OMS informou que houve 170 mil novas infecções nesta região, em 2011, com alta de 22% desde 2005, e não há sinais de reversão da tendência.

 O uso de drogas intravenosas é um dos principais factores  mais de 70% dos novos contágios ocorrem dessa forma, segundo a OMS. Activistas dizem que a luta contra a epidemia deve se basear, antes de tudo, no combate ao vício de drogas injectáveis  no entanto afirmam que a actual postura dos governos sobre o problema não poderá solucioná-lo, mas, pelo contrário, pode agravá-lo.

“E necessário abandonar as políticas punitivas contra as drogas. As pessoas resistem a fazer o tratamento por temerem ser processadas penalmente ou ter outro tipo de problemas com a polícia”, explicou à IPS a ativista Dasha Ocheret, da Rede Eurasiática para a Redução de Danos.
“E há situações nas quais se arriscam a pegar infecção com o HIV em lugar de ir a um centro de troca de seringas”, acrescentou. Esses centros fornecem gratuitamente material de injecção esterilizado em troca de seringas usadas, para evitar o compartilhamento destas e assim prevenir o contágio pelo HIV.
Rússia e Ucrânia são os países com os cenários mais graves. 
Além disso, ativistas acusam Moscovo de criar obstáculos à luta contra o HIV/aids em toda a região.

 A terapia de substituição de opiáceos (TSO), tratamento para viciados aplicado em grande parte do mundo, no qual se oferece metadona ou buprenorfina aos consumidores de heroína, é proibida na Rússia e defendê-la é punido com prisão. 

Os críticos da terapia na Rússia argumentam que mantém os pacientes no vício, e que os países ocidentais a promovem apenas para obter lucro. 

Também afirmam que a metadona provavelmente acabará sendo vendida no mercado negro, desatando outro problema de drogas.


Nos últimos anos, a Rússia emergiu com importante doadora na EECA, e dessa forma também exportou suas políticas, incluindo sua rejeição à TSO. “A Rússia é importante ator regional, e sua política antidrogas influi em outros países da região”, apontou Ocheret. 

Funcionários do Programa conjunto da Organização das Nações Unidas para o HIV/aids garantem que se pode conter o vírus entre os viciados em drogas combinando a TSO com programas de troca de seringas.


Entretanto, porta-vozes da organização Harm Reduction International disseram à IPS que a grande diferença nas taxas de prevalência de HIV entre os viciados em drogas intravenosas nos países ocidentais e na Rússia (de até 30%) se deve à aplicação da TSO e de programas de troca de seringas nos primeiros.

No entanto, mesmo nos países da EECA onde existem estes programas os pacientes enfrentam grandes dificuldades para ter acesso a eles. 

Muitos governos continuam questionando sua efetividade e se negam a apoiá-los financeiramente, fazendo com que dependam de doações, o que limita sua cobertura e efetividade. Porém, o maior problema é a perseguição dos que tentam ter acesso aos programas. Muitos viciados na região denunciam torturas, chantagens, surras e acusações falsas da polícia.

Nos países da EECA pode-se ir para a prisão por períodos prolongados pela posse de uma quantidade mínima de droga.

  O resíduo em uma agulha entregue em um centro de troca de seringas, por exemplo, pode ser motivo suficiente para uma condenação. 


Um porta-voz da International HIV/aids Alliance na Ucrânia, onde a TSO e os programas de troca de seringas contam com forte apoio oficial, disse à IPS que “a intimidação física e de outro tipo contra consumidores de drogas é rotina na prática policial”.


“Os viciados, os trabalhadores sexuais e os provedores de 

serviços denunciam que a polícia obtém dinheiro e 

informação dos consumidores mediante golpes, choques 

elétricos, simulação de asfixia e ameaças de violação. 

Também denunciam que a polícia coloca droga em suas 

casas e a usa como evidência para prendê-los”, afirmou o porta-voz.



 A discriminação também afeta os programas de distribuição de antirretrovirais.

A International HIV/aids Alliance assegurou à IPS que é 

“um problema comum” na Ucrânia negar antirretrovirais a 

viciados, embora não haja forma oficial de provar isso. 

Já a Rede Eurasiática informou à IPS sobre incidentes semelhantes na Rússia.

A OMS estima que apenas 23% das pessoas que podem se beneficiar de remédios contra HIV na EECA os recebem efetivamente.


 Na África subsaariana, a proporção é mais do que o

 dobro.


Organizações contra a aids na EECA alertam que, 

enquanto não forem adotados os enfoques 

ocidentais de prevenção e tratamento, a epidemia 

continuará sem controle nesta região. “Países como

a Polônia, por exemplo, adotaram na década de 1990

 práticas ocidentais contra o HIV/aids, incluindo a 

TSO, e dessa forma mantiveram o problema sob 

controle. 


Em muitos países da EECA, estes programas seguem em eternas fases de teste e nunca avançam”, enfatizou Ocheret à IPS. Envolverde/IPS



Existem centenas de consumidores de heroína e cocaína Ucranianos e Russos em Portugal, centenas e muitos destes já fazem tratamento com Metadona.


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Metadona em França - Rhône- Alpes






Rhône-Alpes


Como Fazer para Tomar metadona em

Megève Rhone-Alpes? 


contactos

Hospital da Mont-Blanc
lac-d-argent@wanadoo.fr
Médico-Social consulta no hospital do Mont Blanc telefone:  0450473030



Centro de atendimento especializado para dependentes



Dias de atendimento:  terça-feira, quinta-feira e tarde de quarta










Rhône-Alpes



How to Take on methadone

Megeve Rhone-Alpes?


contacts

Hospital of Mont-Blanc
lac-d-argent@wanadoo.fr
Social-Medical hospital appointment of Mont Blanc Phone: 0450473030



Center for specialized care for dependents


Day care: Tuesday, Thursday and Wednesday afternoon








Rhône- Alpes



Comment prendre de la méthadone

Megève Rhône-Alpes?


contacts

Hôpital du Mont-Blanc
lac-d-argent@wanadoo.fr
Rendez-vous social de l'hôpital-médecin du Mont-Blanc Téléphone: 0450473030



Centre de soins spécialisés pour les personnes à charge


Garderie: mardi, jeudi et mercredi après-midi



quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Suomalainen journalisti vierailevat Lissabonin löytää salaisen elämän huumeriippuvaisten Metadoni portugali


Suomalainen journalisti vierailevat Lissabonin löytää salaisen elämän huumeriippuvaisten Metadoni portugali



I was concerned to hear a journalist from Finland during a  TV program, saying the mortality rate is lower in Portugal than in relation to their country (Finland), is convinced that something is going to, and that this is what is happening good, and wonder why, a mystery to unravel ...


He said in the interview that our society looks at us (us addicts) as patients, not as venomous criminals and drug addicts etc ...

That the police treat us like people. (I have other items that tell stories and beatings that I and others take only because we are in local traffic ... never seen a dealer to be arrested in these traffic places ... never).

I'll tell you why addicts die more in Finland than in Portugal ...

The consume of heroin during treatment with methadone

In Portugal also consume, and I say ... because I know (consume thousands of euros inside and outside the country which I'm not proud and I got NOTHING to heroin and cocaine and methadone Dormicon still in order ... ie ... I know) .

What happens is that the heroine in Portugal "no hits" ... ie does not stoned, heroin is the worst in Europe, is only the weakest (Nostan / cut) and little else.

While in other countries like Spain, Germany, England, Norway, France, Finland ... 50 mg of overdose almost a syringe, or the purity of the drug sold on the street is very superior,

Of course being injected and the person who keeps the methadone treatment gives even DEATH ... and this is the great secret of having less death ... but that attention, and because of this cut, the addict has a much more decadent or physically debilitated than in any other country in Europe is a slow death ... and painful.



Finland are not under the illusion that things go in Portugal better, addicts die slowly



The secret is that Mr. Journalist traffickers leave the remains of trafficking or cutting, the worst traffic here and the rest of Europe that it has better quality ... but because in many cases the traffic starts here.

"Cut - Falsify drug, adding other substances heroin-(plaster, flour, talc, caffeine, acetaminophen (aspirin), Ephedrine, lactose, strychnine, barbiturates, piracetam ...) Cocaine-(mannitol, lactose, procaine, lidocaine, benzocaine, tetracaine, amphetamine or feniclidina) to increase volume and weight. "

More Information please contact: miglmonteiro75@hotmail.com


Metadona - ALLEGRO MA NON TROPPO - RTP1


ALLEGRO MA NON TROPPO  

            (RÁPIDO MAS NÃO MUITO)


PROGRAMA SOBRE METADONA E TOXICODEPÊNDENCIA -RTP1

Transmitido a 19 DE SETEMBRO de  2012 entre as 22:44 e as 23:36 

A METADONA...

Já não é a primeira vez nem será com certeza a última que irá aparecer nos ecrãs das nossas Televisões programas sobre a Toxicodependência...


Este retratou com relevo a  METADONA , o que despertou o meu interesse.

Como bloguista do assunto fiquei muito atento ao programa exibido...

Não quero de forma alguma condenar nem julgar os entrevistados.

Mas quero deixar bem claro que existem muito mais pessoas do que aquelas que foram entrevistadas que estão também inseridas no programa de metadona e que tem uma forma de vida muito diferente daquela que apareceu no programa.

Para simplificar...

Apesar de terem passado pelo mesmo mundo.

Existe uma diferença das pessoas que, por erro da vida PASSAM por esse mundo.

 Existem aqueles que mesmo tomando metadona PERTECEM aquele mundo.

Não sei se me faço entender?

E não sou um caso raro, existem muitos outros como eu que PASSARAM apenas…

Sinceramente fico preocupado quando mostraram uma clínica de condições deploráveis.


Adicionar legenda
 De seguida entrevistaram alguém que não percebi se pertencia à mesma clínica (espero que não) a qual indica que recebe 1000 euros do IDT (instituto da droga e toxicodependência) “ESTADO”por mês por cada Paciente os quais permanecem 18 meses nesta.
Não quero acreditar que seja a mesma clínica.

Em plena recessão económica os contribuintes ouvirem isto é muito complicado, 
Foi propositado?

"Se o foi propositado não fiquem com raiva do toxicodependente (doente) mas sim de quem se anda a encher à custa disto e acreditem que são 90% das clínicas.Porque o doente em muitas vive muito aquém desses 1000 euros mas muito mesmo.

Estas clínicas na minha opinião deveriam cumprir regras muito especificas,  prestar contas detalhadas de como são geridos esses valores. 
Claro, que se vão colocar mais um corrupto a fazer esse trabalho, deixem-se estar... 
Façam visitas surpresa. Não preparem previamente as pessoas, não anunciem as inspecções, para que estas não tenham tempo de colocar o lixo debaixo do tapete ".

Neste país as despesas nunca vão acabar porque não há organização. e também não há ninguém que diga...é isto que vamos fazer e pronto...

*Eu tenho 3 artigos a baixo, uma promessa que é falar um pouco das clínicas de recuperação que eu e outros frequentaram e da máfia que estas são.









  • Finlândia com taxa de mortalidade elevada de quem faz tratamento com metadona

  • Finlândia 


    • Mr. Yrmy Ikonen, 


      • Hietalinna Community, Kuusitie 36., 04480 


        • Haarajoki


          • Tel: +358 (0)45-6366629


            • yrmy.ikonen@a-klinikka.f

            •                                                       Neste programa um jornalista                                                

              Finlandês                                                                                                                                   

                                       procura respostas...








              Ao ouvir o jornalista da Finlândia durante este programa, o qual indicava que a taxa de mortalidade é mais baixa em Portugal do que no seu país (Finlândia), e outros na Europa,
              está convencido que algo se passa para e que isto esteja a acontecer.




              Algo misterioso que não entende, e que gostaria de saber o porquê da nossa taxa de mortalidade entre toxicodependentes que fazem tratamento com metadona ser das mais baixas da                        Europa, até do Mundo.

               Veio a Portugal para saber quer saber porquê, um mistério a desvendar...

              Disse na entrevista que a nossa sociedade nos olha ( a nós aditos) como doentes e não como toxicodependentes criminosos, peçonhentos e etc... 

              Que a Policia nos trata como pessoas.

               (Tenho outros artigos que contam histórias e espancamentos que eu e outros levamos só pelo facto de estarmos em locais de trafico...nunca vi um traficante a ser preso nesses locais...nunca).

              Eu vou lhe dizer porque é que morrem mais toxicodepentes na Finlândia do que em Portugal...

              Estão a consumir ao mesmo tempo que estão a tomar metadona.

              Em Portugal também consomem, e eu falo porque sei ...

              (consumi milhares de euros dentro e fora do país o qual não me orgulho NADA e cheguei a consumir heroína cocaína e metadona e ainda Dormicon no fim…ou seja…eu sei),.

              O que acontece é que a heroína em Portugal "não bate"...ou seja não dá pedrada, é a pior heroína da Europa, a mais fraca é só (Nostan/corte) e pouco mais. 

              Enquanto nos outros países como Espanha, Alemanha, Inglaterra, Noruega, França, Finlândia... 50 mg numa seringa quase dá  Overdose, ou seja o grau de pureza da droga vendida nas ruas é muito superior.

              Claro que injectada e sendo que a pessoa mantém o tratamento com metadona dá mesmo MORTE... e este é o grande segredo de termos menos morte...é que para além de termos um pó a que chamam de heroína não passa de corte...

              Mas atenção que, é por causa deste corte, que o toxicodependente tem um aspecto muito mais decadente ou seja debilitado fisicamente do que em qualquer um outro em qualquer país da Europa...

              é uma morte lenta e penosa, cheia de doenças...

              Finlândia não se iludem, é tudo ilusão o adito que tem esta atitude de consumos de heroína e metadona aqui em Portugal acaba por morrer também. A diferença é que morre mais tarde devido á porcaria que injectámos...




              O segredo sr Jornalista é que os traficantes deixam os restos do tráfico ou seja o corte, por aqui pelo nosso Portugal, e traficam com elevado grau de pureza para o resto da Europa. 

              Logo misturada com a metadona que é gratuita é MORTE...

              Quando o programa de metadona começar com força no Afeganistão, vai verificar que ainda morreram mais depressa.

              Aqui em Portugal as coisas funcionam assim:

              Os Comprimidos Dormicon é o mais vendido pelos toxicodependentes que tomam metadona nas carrinhas, é o mais procurado também,  e isto porquê? 

              cocaína é a droga de eleição para quem toma metadona, e como a Heroína não presta no nosso país, então depois de injectarem cocaína para acalmar a ansiedade esmagam dois Dormicon que no mercado Negro custa 0,50 euros cada e injectam...


              "Definição de Corte : Falsificar droga, juntando outras substâncias à heroína- ( gesso, farinha, talco, caféina, paracetamol (aspirina), efedrina, lactose, estricnina, barbitúricos, piracetam...) à cocaina- (manitol, lactose, procaína, lidocaína, benzocaína, tetracaína, anfetaminas ou feniclidina) para aumentar o volume e o peso."





              CARRINHAS DE METADONA...

              Mas mais preocupado e triste fico de ver que aquilo que foi transmitido no programa não foi o correto.

              Já disse e volto sem medo a repetir, 80% daquelas pessoas que estão nas carrinhas a tomar diariamente metadona ESTÃO A CONSUMIR DROGAS.

              E não só vendem-se todo o tipo de medicação especialmente Serenal e Dormicon e outros.

              Os Comprimidos Dormicon é o mais vendido pelos toxicodependentes que tomam metadona nas carrinhas, é o mais procurado também,  e isto porquê? 

              cocaína é a droga de eleição para quem toma metadona, e como a Heroína não presta no nosso país, então depois de injectarem cocaína para acalmar a ansiedade esmagam dois Dormicon que no mercado Negro custa 0,50 euros cada e injectam...

              Ví muitos morrerem rapidamente assim, e isto vicia muito, eu próprio fui viciado neste ritual durante cerca de 2 anos.

              Em outro artigo que publiquei já vos dei a solução para esta situação, por testemunho meu, noutros países nomeadamente na Alemanha...

              Volto a repetir na Alemanha eles tem um dispositivo...vou por aqui a imagem:


              Este equipamento dá os resultados no espaço de segundos e quem estiver a consumir na Alemanha simplesmente não toma a dose diária...é tão simples quanto isso...
               
              Tem mais detalhes no outro artigo que foi publicado por mim em baixo
              podem vêr em :




              PIPT - Plano Integrado de Prevenção das Toxicodependências para a cidade de Lisboa
              Desde 2003 que a Câmara Municipal de Lisboa tem um Protocolo com o Instituto da Droga e da Toxicodependência e o Centro Distrital de Lisboa do Instituto de Segurança Social, do qual resultou o Plano Integrado de Prevenção das Toxicodependências para a cidade de Lisboa (PIPT). O referido Protocolo teve como objectivo a “transição da intervenção localizada no Bairro do Casal Ventoso, para uma intervenção alargada à cidade de Lisboa, através do desenvolvimento de um Plano Integrado de Prevenção das Toxicodependências para a Cidade de Lisboa, tendo em vista o apoio à população toxicodependente e sem-abrigo da cidade, nomeadamente aos toxicodependentes sem enquadramento sócio-familiar”.
              Em 2008, verificada a necessidade da continuidade deste tipo de respostas, o Pelouro de Acção Social assumiu o empenho do município num acordo com o Instituto das Drogas e da Toxicodependência, a Segurança Social e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, que possa salvaguardar e qualificar as seguintes respostas, optimizando os recursos já existentes.
              Assim, o Plano Integrado de Prevenção das Toxicodependências para a Cidade de Lisboa (PIPT)compreende as seguintes valências/estruturas:
              a) Gabinete de Apoio fixo, na Zona Ocidental de Lisboa;
              b) Gabinete de Apoio fixo, na Zona Oriental de Lisboa;
              c) Duas Unidades Móveis;
              d) Centro de Acolhimento.
              Os Gabinetes de Apoio são gabinetes de triagem, apoio e encaminhamento sócio-terapêutico. São destinados a toxicodependentes sem enquadramento sócio-familiar e permitem contribuir para o diagnóstico e melhoria das condições sócio-sanitárias destes indivíduos marginalizados e excluídos, bem como para o seu encaminhamento social e terapêutico. Fornecem apoio psicológico e social, cuidados de enfermagem, rastreio de doenças infecciosas, distribuição de preservativos, utensílios para consumo endovenoso por troca de seringas, de acordo com a lei, e apoio médico e psiquiátrico. Podem, também, fornecer serviços de substituição opiácea de baixo limiar, nos termos legais. Estes Gabinetes funcionam em articulação com as unidades móveis e com as estruturas de saúde da respectiva área de actuação/influência.
               
              - GAT OCIDENTAL
              Estrada do Poço do Chão, 15 A
              1500-492 Lisboa

              - GAT – ORIENTAL
              Quinta do Lavrado, Urbanização Vale de Chelas, Lj.10B
              1900-418 Lisboa
              As Unidades Móveis destinam-se ao funcionamento de programas de substituição opiácea de baixo limiar de exigência para redução de riscos e minimização de danos, desde a prevenção, rastreio e orientação para tratamento das doenças infecto-contagiosas mais frequentes nos consumidores de drogas, até à própria vacinação da população de risco e à redução do consumo endovenoso e/ou fumado de drogas no espaço público.
              Centro de Acolhimento foi, até 31 de Março de 2008, utilizado como um espaço de transição para um percurso terapêutico mais prolongado e especializado, onde os meses de estadia previstos no Centro são utilizados para determinar o encaminhamento mais adequado a cada caso, resolver os aspectos administrativos prévios (documentação, apoios sociais, etc) e ajudar o toxicodependente na reorganização da sua vida, na relação familiar e no seu próprio crescimento e maturação pessoal, de forma a ser-lhe possível fazer a transição de uma vida marginalizada, para uma vida organizada com regras, direitos e deveres, e também responsabilidades. Esta estrutura tem sido financiada pelo Programa URBAN II.
              Actualmente o Centro de Acolhimento encontra-se encerrado, provisoriamente, para a realização de obras. Após a sua conclusão, estarão reunidas as condições para a abertura de um procedimento de concessão de financiamento” para a valência “Centro de Acolhimento”, após avaliação.


              Se existirem alguns erros ortográficos peço desculpa mas estou a pensar muito depressa e de forma muito emotiva , ao mesmo tempo a "vomitar para o papel" o que escrevo...


              Podia escrever aqui muito mais daquilo que foi dito na entrevista, mas valerá a pena? Alguém quer saber?

              Para saber mais veja os outros artigos...